Autor: admin

Sexta-feira da Semana XXIX do Tempo Comum

Romanos 7, 18-25a  Irmãos: Eu sei que em mim, isto é, na minha natureza, não habita o bem, pois querer o bem está ao meu alcance, mas realizá-lo não está. Na verdade, não faço o bem, que quero, mas pratico o mal, que não quero. Ora, se eu faço o que não quero, já não sou eu que o realizo, mas o pecado que habita em mim. Descubro pois em mim esta lei: ao querer fazer o bem, é o mal que está ao meu alcance. Sinto prazer na lei de Deus, segundo o homem interior. Mas vejo que há outra lei nos meus membros, que luta contra a lei da minha razão; ela torna-me escravo da lei do pecado, que está nos meus membros. Infeliz de mim! Quem me libertará deste corpo de morte? Deus, a quem dêmos graças, por Jesus Cristo, nosso Senhor. Compreender a Palavra Paulo explica-nos, a partir da sua própria experiência, a situação difícil em que nos encontramos face ao objetivo final que todos pretendemos alcançar que é a vida em plenitude. Parece estar ameaçado este projeto de salvação, porque, diz Paulo, em mim, “querer o bem está ao meu alcance, mas realizá-lo não está” e a salvação exige a vitória do bem sobre o mal, da vida sobre a morte, da graça sobre o pecado. Há uma lei em mim, na minha natureza,...

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Quinta-feira da Semana XXIX do Tempo Comum

Romanos 6, 19-23 Irmãos: Falo com linguagem humana, por causa da vossa fraqueza: Assim como entregastes os vossos membros como escravos ao serviço da impureza e da desordem, que conduz à revolta contra Deus, colocai agora os vossos membros ao serviço da justiça, que conduz à santidade. Na verdade, quando éreis escravos do pecado, éreis livres em relação à justiça. Mas que fruto colhestes então dessas obras de que atualmente vos envergonhais? De facto, o seu fim é a morte. Mas agora, libertos do pecado e tornados servos de Deus, produzis o fruto que conduz à santificação, cujo fim é a vida eterna. Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, em Jesus Cristo, nosso Senhor. Compreender a Palavra Pegando na vida real, bem conhecida pelos romanos, Paulo explica que a vida antes de conhecer Cristo foi, para eles, uma vida de escravidão. Escravos do pecado puseram os seus membros ao serviço da impureza, da desordem, contra Deus. Agora que fizeram a experiência do encontro com Cristo que, pela conversão, os libertou, “colocai, diz Paulo, os vossos membros ao serviço da justiça, que conduz à santidade”. Os frutos da escravidão envergonham quem conhece a Cristo, os frutos da liberdade oferecida por Cristo é a santificação que leva à vida eterna. Meditar a Palavra Nenhum de nós quer ser escravo....

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Quarta-feira da Semana XXIX do Tempo Comum

Romanos 6, 12-18 Irmãos: Não reine o pecado no vosso corpo mortal, obedecendo aos seus desejos. Não ofereçais os vossos membros como arma da injustiça ao serviço do pecado; mas oferecei-vos a Deus, como homens que revivem de entre os mortos, e oferecei os vossos membros como armas da justiça ao serviço de Deus. E o pecado não vos dominará, porque não estais sob o regime da Lei, mas sob o regime da graça. Como, então? Havemos de pecar, porque não estamos sob o regime da Lei, mas sob o regime da graça? De modo nenhum. Não sabeis que, se vos ofereceis como escravos a alguém, para lhe obedecerdes, vos tornais escravos daquele a quem obedeceis, quer seja do pecado, que leva à morte, quer da obediência, que vos leva à justiça? Mas dêmos graças a Deus, porque, se éreis escravos do pecado, agora vos submetestes de todo o coração à norma de doutrina que vos foi transmitida. E assim, libertos do pecado, vos tornastes servos da justiça. Compreender a Palavra Paulo fala àqueles que pelo batismo renasceram para uma vida nova em Cristo. Estes já não estão sob o domínio da lei mas sob o domínio da graça. Por não terem lei não significa que possam pecar, porque agora as suas vidas não são medidas pelo cumprimento ou incumprimento da lei, mas pela resposta dada a graça de...

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Terça-feira da Semana XXIX do Tempo Comum

Romanos 5, 12.15b.17-19.20b-21 Irmãos: tal como por um só homem entrou o pecado no mundo e, pelo pecado, a morte, assim a morte atingiu todos os homens, uma vez que todos pecaram. Se pela falta de um só todos morreram, com muito mais razão a graça de Deus, aquela graça oferecida por meio de um só homem, Jesus Cristo, foi a todos concedida em abundância. De facto, se pela falta de um só e por meio de um só reinou a morte, com muito mais razão, por meio de um só, Jesus Cristo, hão de reinar na vida aqueles que recebem em abundância a graça e o dom da justiça. Portanto, como pela falta de um só veio a condenação para todos os homens, assim também pela obra de justiça de um só veio para todos os homens a justificação que dá a vida. De facto, tal como pela desobediência de um só homem todos se tornaram pecadores, assim também pela obediência de um só todos se hão de tornar justos. Onde aumentou o pecado, superabundou a graça. E deste modo, tal como o pecado reinou pela morte, assim também a graça reina pela justiça até à vida eterna, por Jesus Cristo, Senhor nosso. Compreender a Palavra A abundância da graça sobre o pecado é um tema muito interessante em S. Paulo. Ele fez a experiência do amor e...

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Segunda-feira da Semana XXIX do Tempo Comum

Romanos 4, 20-25 Irmãos: Perante a promessa de Deus, Abraão não se deixou abalar pela desconfiança, antes se fortaleceu na fé, dando glória a Deus, plenamente convencido de que Deus era capaz de cumprir o que tinha prometido. Por este motivo é que isto «lhe foi atribuído como justiça». Não é só por causa dele que está escrito «Isto foi-lhe atribuído», mas também por causa de nós, que acreditamos n’Aquele que ressuscitou dos mortos, Jesus, Nosso Senhor, que foi entregue à morte por causa das nossas faltas e ressuscitou para nossa justificação. Compreender a Palavra A fé de Abraão fortaleceu-o na esperança inabalável de quem acredita que Deus tem poder para cumprir as suas promessas e as cumpre no seu devido tempo. Do mesmo modo que se atribui a Abrão esta fortaleza da fé também se atribui a cada um de nós, porque, também nós acreditamos que Jesus foi entregue à morte e ressuscitou para nossa justificação. O que Deus realizou em Abraão realiza-o em nós e a sua fé na promessa é a mesma fé que nós colocamos no cumprimento da palavra dita por Deus em Jesus. Meditar a Palavra A fé surge, segundo as palavras de Paulo, como uma adesão à palavra pronunciada por Deus em forma de promessa que ele vai cumprir em cada um, a seu tempo. A promessa não depende da fé e a...

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Sexta-feira da Semana XXVIII do Tempo Comum

Romanos  4, 1-8  Irmãos: Que diremos de Abraão, nosso antepassado segundo a carne? Se Abraão foi justificado pelas obras, tinha motivo para se gloriar. Mas ninguém se pode gloriar diante de Deus. De facto, que diz a Escritura? «Abraão acreditou em Deus e isto foi-lhe atribuído como justiça». Ora, a quem faz um trabalho o salário não é atribuído como favor, porque é uma obrigação. Pelo contrário, a quem não faz as obras, mas acredita em Deus, que justifica o ímpio, a sua fé é-lhe atribuída como justiça. Assim também David proclama feliz o homem a quem Deus atribui a justiça independentemente das obras: «Felizes aqueles a quem foram perdoadas as ofensas e absolvidos os pecados. Feliz o homem a quem o Senhor não atribui o pecado». Compreender a Palavra Paulo serve-se do exemplo de Abraão para nos dizer que a justificação do homem não acontece porque o homem realiza obras extraordinárias de conversão, de penitência, de cumprimento dos mandamentos, dos deveres religiosos e sociais, O cumprimento destas coisas é importante e necessário para a nossa vida, mas a justificação é totalmente generosa e gratuita e vem de Deus. A nós pertence-nos acreditar. Atribui-se-lhe a fé, mas não as obras. Como diz David, ao homem foram perdoadas as culpas e absolvidos os pecados, não lhe foi dada uma recompensa pela conversão realizada. Tudo é gratuito. Meditar a Palavra Com...

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Quinta-feira da Semana XXVIII do Tempo Comum

Romanos 3, 21-30ª Irmãos: Independentemente da Lei de Moisés, manifestou-se agora a justiça de Deus, de que dão testemunho a Lei e os Profetas; porque a justiça de Deus vem pela fé em Jesus Cristo, para todos e sobre todos os crentes. De facto não há distinção alguma, porque todos pecaram e estão privados da glória de Deus; e todos são justificados de maneira gratuita pela sua graça, em virtude da redenção realizada em Cristo Jesus, que Deus apresentou como vítima de propiciação, mediante a fé, pelo seu sangue. Assim Deus manifestava a sua justiça, tolerando as faltas outrora cometidas, no tempo da sua paciência. Ele quis manifestar a sua justiça no tempo presente, não só para ser justo, mas também para justificar aquele que vive da fé em Jesus. Onde está então o motivo para alguém se gloriar? Fica eliminado. Por que lei? Pela lei das obras? Não. Pela lei da fé. Na verdade, estamos convencidos de que o homem é justificado pela fé, sem as obras da Lei. Deus será somente Deus dos judeus? Não o será também dos gentios? Sim, Ele é também Deus dos gentios, porque há um só Deus. Compreender a Palavra No tempo da paciência Deus justificava o homem pelas obras realizadas de acordo com a lei. Estavam sob a lei aqueles que conheciam a lei, os outros eram gentios, estavam fora da...

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S. Lucas, Evangelista

​​​​​​​2 Timóteo 4, 10-17b  Caríssimo: Demas abandonou-me por amor do mundo presente. Ele partiu para Tessalónica, Crescente para a Galácia e Tito para a Dalmácia. Só Lucas está comigo. Toma contigo Marcos e trá-lo na tua companhia, porque me é muito útil no ministério. Enviei Tíquico a Éfeso. Quando vieres, traz o manto que deixei em Tróade, em casa de Carpo, e também os livros, especialmente os pergaminhos. Alexandre, o caldeireiro, fez-me muito mal: o Senhor lhe retribuirá segundo as suas obras. Acautela-te dele, tu também, que ele opôs-se fortemente à nossa pregação. Na minha primeira defesa, ninguém esteve a meu lado: todos me abandonaram. Deus lhes perdoe. Mas o Senhor esteve a meu lado e deu-me força, para que, por meu intermédio, a mensagem do Evangelho fosse plenamente proclamada e todos os pagãos a ouvissem. Compreender a Palavra Celebramos o Evangelista S. Lucas. Na carta a Timóteo que lemos na festa de S. Lucas, Paulo refere a presença deste evangelista no grupo dos seus companheiros de missão. Enquanto Demas abandonou a missão, Crescente e Tito seguiram para outros lugares a pregar o evangelho, Tíquico foi enviado para Éfeso e Lucas permanece com Paulo. A missão não é fácil porque encontra opositores ao evangelho como Alexandre, o Caldeireiro, e Paulo vê-se sozinho sem ninguém do seu lado, apenas o Senhor está com ele. Meditar a Palavra É difícil permanecer....

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Terça-feira da Semana XXVIII do Tempo Comum

Romanos 1, 16-25 Irmãos: Não me envergonho do Evangelho, que é a força de Deus para a salvação de todo o crente: do judeu primeiramente, mas também do não judeu. Porque no Evangelho se revela a justiça de Deus, que tem origem na fé e conduz à fé, como está escrito: ‘O justo viverá pela fé’. Na verdade, a ira de Deus manifesta-se do alto do Céu contra toda a impiedade e injustiça dos homens, que na sua injustiça abafam a verdade. De facto, o que se pode conhecer de Deus é manifesto para eles, porque Deus lho manifestou. Desde a criação do mundo, as perfeições invisíveis de Deus, o seu poder eterno e a sua divindade tornam-se, pelas suas obras, visíveis à inteligência. Deste modo, eles não têm desculpa, porque, conhecendo a Deus, não O glorificaram como Deus nem Lhe deram graças. Ao contrário, entregaram-se aos seus vãos raciocínios e o seu coração insensato encheu-se de trevas. Pretendendo ser sábios, tornaram-se loucos e trocaram a glória de Deus imortal por imagens que representam homens mortais, aves, quadrúpedes e répteis. Por isso Deus os entregou, segundo os desígnios dos seus corações, à impureza com que desonram os seus corpos. Eles trocaram a verdade de Deus pela mentira, prestaram culto e adoração às criaturas em lugar do Criador, que é bendito para sempre. Amen. Compreender a Palavra É muito forte...

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Novembro 2017
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