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Segunda-feira da Semana XXIX do Tempo Comum

Romanos 4, 20-25 Irmãos: Perante a promessa de Deus, Abraão não se deixou abalar pela desconfiança, antes se fortaleceu na fé, dando glória a Deus, plenamente convencido de que Deus era capaz de cumprir o que tinha prometido. Por este motivo é que isto «lhe foi atribuído como justiça». Não é só por causa dele que está escrito «Isto foi-lhe atribuído», mas também por causa de nós, que acreditamos n’Aquele que ressuscitou dos mortos, Jesus, Nosso Senhor, que foi entregue à morte por causa das nossas faltas e ressuscitou para nossa justificação. Compreender a Palavra A fé de Abraão fortaleceu-o na esperança inabalável de quem acredita que Deus tem poder para cumprir as suas promessas e as cumpre no seu devido tempo. Do mesmo modo que se atribui a Abrão esta fortaleza da fé também se atribui a cada um de nós, porque, também nós acreditamos que Jesus foi entregue à morte e ressuscitou para nossa justificação. O que Deus realizou em Abraão realiza-o em nós e a sua fé na promessa é a mesma fé que nós colocamos no cumprimento da palavra dita por Deus em Jesus. Meditar a Palavra A fé surge, segundo as palavras de Paulo, como uma adesão à palavra pronunciada por Deus em forma de promessa que ele vai cumprir em cada um, a seu tempo. A promessa não depende da fé e a...

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Sexta-feira da Semana XXVIII do Tempo Comum

Romanos  4, 1-8  Irmãos: Que diremos de Abraão, nosso antepassado segundo a carne? Se Abraão foi justificado pelas obras, tinha motivo para se gloriar. Mas ninguém se pode gloriar diante de Deus. De facto, que diz a Escritura? «Abraão acreditou em Deus e isto foi-lhe atribuído como justiça». Ora, a quem faz um trabalho o salário não é atribuído como favor, porque é uma obrigação. Pelo contrário, a quem não faz as obras, mas acredita em Deus, que justifica o ímpio, a sua fé é-lhe atribuída como justiça. Assim também David proclama feliz o homem a quem Deus atribui a justiça independentemente das obras: «Felizes aqueles a quem foram perdoadas as ofensas e absolvidos os pecados. Feliz o homem a quem o Senhor não atribui o pecado». Compreender a Palavra Paulo serve-se do exemplo de Abraão para nos dizer que a justificação do homem não acontece porque o homem realiza obras extraordinárias de conversão, de penitência, de cumprimento dos mandamentos, dos deveres religiosos e sociais, O cumprimento destas coisas é importante e necessário para a nossa vida, mas a justificação é totalmente generosa e gratuita e vem de Deus. A nós pertence-nos acreditar. Atribui-se-lhe a fé, mas não as obras. Como diz David, ao homem foram perdoadas as culpas e absolvidos os pecados, não lhe foi dada uma recompensa pela conversão realizada. Tudo é gratuito. Meditar a Palavra Com...

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Quinta-feira da Semana XXVIII do Tempo Comum

Romanos 3, 21-30ª Irmãos: Independentemente da Lei de Moisés, manifestou-se agora a justiça de Deus, de que dão testemunho a Lei e os Profetas; porque a justiça de Deus vem pela fé em Jesus Cristo, para todos e sobre todos os crentes. De facto não há distinção alguma, porque todos pecaram e estão privados da glória de Deus; e todos são justificados de maneira gratuita pela sua graça, em virtude da redenção realizada em Cristo Jesus, que Deus apresentou como vítima de propiciação, mediante a fé, pelo seu sangue. Assim Deus manifestava a sua justiça, tolerando as faltas outrora cometidas, no tempo da sua paciência. Ele quis manifestar a sua justiça no tempo presente, não só para ser justo, mas também para justificar aquele que vive da fé em Jesus. Onde está então o motivo para alguém se gloriar? Fica eliminado. Por que lei? Pela lei das obras? Não. Pela lei da fé. Na verdade, estamos convencidos de que o homem é justificado pela fé, sem as obras da Lei. Deus será somente Deus dos judeus? Não o será também dos gentios? Sim, Ele é também Deus dos gentios, porque há um só Deus. Compreender a Palavra No tempo da paciência Deus justificava o homem pelas obras realizadas de acordo com a lei. Estavam sob a lei aqueles que conheciam a lei, os outros eram gentios, estavam fora da...

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S. Lucas, Evangelista

​​​​​​​2 Timóteo 4, 10-17b  Caríssimo: Demas abandonou-me por amor do mundo presente. Ele partiu para Tessalónica, Crescente para a Galácia e Tito para a Dalmácia. Só Lucas está comigo. Toma contigo Marcos e trá-lo na tua companhia, porque me é muito útil no ministério. Enviei Tíquico a Éfeso. Quando vieres, traz o manto que deixei em Tróade, em casa de Carpo, e também os livros, especialmente os pergaminhos. Alexandre, o caldeireiro, fez-me muito mal: o Senhor lhe retribuirá segundo as suas obras. Acautela-te dele, tu também, que ele opôs-se fortemente à nossa pregação. Na minha primeira defesa, ninguém esteve a meu lado: todos me abandonaram. Deus lhes perdoe. Mas o Senhor esteve a meu lado e deu-me força, para que, por meu intermédio, a mensagem do Evangelho fosse plenamente proclamada e todos os pagãos a ouvissem. Compreender a Palavra Celebramos o Evangelista S. Lucas. Na carta a Timóteo que lemos na festa de S. Lucas, Paulo refere a presença deste evangelista no grupo dos seus companheiros de missão. Enquanto Demas abandonou a missão, Crescente e Tito seguiram para outros lugares a pregar o evangelho, Tíquico foi enviado para Éfeso e Lucas permanece com Paulo. A missão não é fácil porque encontra opositores ao evangelho como Alexandre, o Caldeireiro, e Paulo vê-se sozinho sem ninguém do seu lado, apenas o Senhor está com ele. Meditar a Palavra É difícil permanecer....

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Terça-feira da Semana XXVIII do Tempo Comum

Romanos 1, 16-25 Irmãos: Não me envergonho do Evangelho, que é a força de Deus para a salvação de todo o crente: do judeu primeiramente, mas também do não judeu. Porque no Evangelho se revela a justiça de Deus, que tem origem na fé e conduz à fé, como está escrito: ‘O justo viverá pela fé’. Na verdade, a ira de Deus manifesta-se do alto do Céu contra toda a impiedade e injustiça dos homens, que na sua injustiça abafam a verdade. De facto, o que se pode conhecer de Deus é manifesto para eles, porque Deus lho manifestou. Desde a criação do mundo, as perfeições invisíveis de Deus, o seu poder eterno e a sua divindade tornam-se, pelas suas obras, visíveis à inteligência. Deste modo, eles não têm desculpa, porque, conhecendo a Deus, não O glorificaram como Deus nem Lhe deram graças. Ao contrário, entregaram-se aos seus vãos raciocínios e o seu coração insensato encheu-se de trevas. Pretendendo ser sábios, tornaram-se loucos e trocaram a glória de Deus imortal por imagens que representam homens mortais, aves, quadrúpedes e répteis. Por isso Deus os entregou, segundo os desígnios dos seus corações, à impureza com que desonram os seus corpos. Eles trocaram a verdade de Deus pela mentira, prestaram culto e adoração às criaturas em lugar do Criador, que é bendito para sempre. Amen. Compreender a Palavra É muito forte...

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Segunda-feira da Semana XXVIII do Tempo Comum

Romanos 1, 1-7 Paulo, servo de Jesus Cristo, apóstolo por chamamento divino, escolhido para o Evangelho que Deus tinha de antemão prometido pelos profetas nas Sagradas Escrituras, acerca de seu Filho, nascido, segundo a carne, da descendência de David, mas, segundo o Espírito que santifica, constituído Filho de Deus em todo o seu poder pela sua ressurreição de entre os mortos: Ele é Jesus Cristo, Nosso Senhor. Por Ele recebemos a graça e a missão de apóstolo, a fim de levarmos todos os gentios a obedecerem à fé, para honra do seu nome, dos quais fazeis parte também vós, chamados por Jesus Cristo. A todos os que habitam em Roma, amados por Deus e chamados a serem santos, a graça e a paz de Deus nosso Pai e do Senhor Jesus Cristo. Compreender a Palavra Paulo escreve aos cristãos que estão em Roma. Como é seu costume no início de cada carta ele apresenta-se e apresenta a razão deste contacto. Paulo é um apóstolo, não porque se tenha feito a si mesmo mas porque foi chamado, escolhido por Cristo. A sua missão é o evangelho. Recebeu o evangelho e tem como missão anunciá-lo para que seja conhecido por todos, pelos judeus e até pelos gentios, para que todos obedeçam à fé. O evangelho é Cristo, anunciado já pelos profetas como descendente de David, verdade bem conhecida dos cristãos de...

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Sexta-feira da Semana XXVII do Tempo Comum

Joel 1, 13-15; 2, 1-2  Vesti-vos de luto e chorai, sacerdotes, entoai lamentações, ministros do altar. Vinde passar a noite com vestes de penitência, ministros do meu Deus. Porque no templo de Deus, desapareceram a oferenda e a libação. Proclamai um solene jejum, convocai uma assembleia. Reuni os anciãos e todos os habitantes do país no templo do Senhor, vosso Deus. E clamai ao Senhor: «Ah, que dia este!». Está próximo o dia do Senhor, que vai chegar como devastação que vem do Omnipotente. Tocai a trombeta em Sião, dai o alarme no meu santo monte. Estremeçam todos os habitantes do país, porque está a chegar o dia do Senhor. Sim, ele está próximo: será dia de trevas e de escuridão, dia de nuvens e de sombras. Como a luz da aurora, estende-se sobre os montes um povo numeroso e forte. Nunca houve povo nenhum como ele, nem depois dele haverá outro, até às mais longínquas gerações. Compreender a Palavra Joel, atento à vida das pessoas e às situações concretas de um povo que continua à espera da libertação total, lança o desafio do dia do Senhor. Depois do exílio de Babilónio sobrevém sobre Israel uma praga de gafanhotos que destrói as colheitas, mas também a alegria e a esperança do povo. O templo fica deserto, não há sacrifícios, pois até os sacerdotes ficaram desanimados. Joel mostra ao povo...

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Quinta-feira da Semana XXVII do Tempo Comum

Malaquias 3, 13-20ª «As vossas palavras contra Mim são arrogantes – diz o Senhor – e perguntais: ‘Que dissemos contra o Senhor?’. Vós dissestes: ‘É tempo perdido servir a Deus. Que aproveita cumprir os seus preceitos e andar vestido de luto diante do Senhor do Universo? Por isso agora chamamos felizes os soberbos, que praticam o mal e prosperam, que provocam a Deus e ficam impunes’». Então os que temem o Senhor falaram entre si; e o Senhor prestou atenção e escutou-os. Diante d’Ele foi escrito um livro que conserva a memória daqueles que O temem e respeitam o seu nome. «No dia que Eu preparo, Eles serão minha propriedade – diz o Senhor do Universo –. Terei compaixão deles, como um pai se compadece do filho obediente. Então vereis de novo a diferença entre o justo e o pecador, entre aquele que serve a Deus e aquele que não O serve. Porque há-de vir o dia, ardente como uma fornalha, em que serão como a palha todos os soberbos e malfeitores. O dia que há-de vir os abrasará – diz o Senhor do Universo – e não lhes deixará raiz nem ramos. Mas para vós que temeis o meu nome, nascerá o sol de justiça, trazendo nos seus raios a salvação». Compreender a Palavra Malaquias dá-nos conta de uma situação muito comum entre os homens. Deus ficou para...

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Quarta-feira da Semana XXVII do Tempo Comum

Jonas 4, 1-11 Jonas ficou muito desgostoso e irritado, quando Deus perdoou aos ninivitas, e orou, dizendo: «Ah, Senhor! Não era isto que eu dizia, quando estava ainda na minha terra? Por isso me apressei a fugir para Társis, por saber que sois um Deus clemente e compassivo, lento para a ira, rico de misericórdia e sempre disposto a desistir do castigo. Mas agora, Senhor, tirai-me a vida, porque para mim é melhor morrer do que ficar vivo». O Senhor respondeu-lhe: «Terás razão para te irritares?». Jonas saiu de Nínive e instalou-se a oriente da cidade. Aí fez uma cabana e sentou-se à sua sombra, para ver o que acontecia à cidade. Então o Senhor Deus fez crescer um rícino, que se elevou por cima de Jonas, para lhe dar sombra à cabeça e o livrar do seu mau humor. Jonas ficou muito contente com o rícino. Mas no dia seguinte, ao romper da manhã, Deus mandou um verme, que roeu as raízes do rícino, e ele secou. Ao nascer do sol, Deus fez soprar do oriente um vento abrasador e o sol bateu em cheio na cabeça de Jonas, fazendo-o desmaiar. E Jonas tornou a pedir a morte, exclamando: «Para mim é melhor morrer do que ficar vivo». Então Deus disse a Jonas: «Terás razão para te irritares por causa do rícino?». Jonas respondeu: «Tenho razão de me...

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Outubro 2017
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