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Via Sacra: Esquema 2

A VIA SACRA É JESUS Ficheiro para impressão »   Pai nosso, que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino; seja feita a vossa vontade assim na terra como no Céu. O pão nosso de cada dia nos dai hoje perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido; e não nos deixeis cair em tentação; mas livrai-nos do mal. Amen.     PRIMEIRA ESTAÇÃO Jesus é condenado à morte   Nós vos adoramos e bendizemos, Senhor Jesus Cristo. Que pela vossa Santa Cruz remistes o mundo.  ...

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Via Sacra: Esquema 1

VIA-SACRA Ficheiro para impressão »    Apresentação «Se alguém contemplasse de longe a sua pátria mas de permeio estivesse o mar, veria aonde chegar, mas não disporia dos meios para ir até lá. O mesmo se passa connosco… Vislumbramos a meta a alcançar, mas de permeio está o mar do século presente… Ora, a fim de que pudéssemos dispor também dos meios para lá chegar, veio de lá Aquele para quem nós queríamos ir… e forneceu-nos o madeiro para atravessarmos o mar. De facto, ninguém pode atravessar o mar do século presente, se não é levado pela cruz de...

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Domingo de Ramos na Paixão do Senhor

Mistagogia da Palavra Na Semana Santa, a Igreja celebra os mistérios da salvação, levados a cumprimento por Cristo nos últimos dias da sua vida, a começar pela sua entrada messiânica em Jerusalém. O tempo quaresmal continua até Quinta-Feira Santa. A partir da Missa vespertina da Ceia do Senhor, começa o Tríduo pascal, que abrange a Sexta-Feira da Paixão do Senhor e o Sábado Santo, tem o seu centro na Vigília pascal e conclui-se com as Vésperas do Domingo da Ressurreição. A semana santa tem início no “Domingo de Ramos na Paixão do Senhor”, que une num todo o triunfo real de Cristo e o anúncio da Paixão. Na celebração e na catequese deste dia, deve salientar-se o duplo aspecto do mistério pascal. A comemoração da entrada do Senhor faz-se, desde a antiguidade, pela procissão solene, com a qual os cristãos celebram este acontecimento, imitando as aclamações e os gestos das crianças hebraicas, que foram ao encontro do Senhor com o canto do “Hossana”. Os fiéis participam nesta procissão levando ramos de oliveira e de outras árvores. A bênção dos ramos é feita para os levar na procissão. Conservados em casa, os ramos recordam aos fiéis a vitória de Cristo celebrada com a mesma procissão. Na bênção dos ramos é lido o Evangelho segundo S. Marcos. Jesus sobe a Jerusalém para Se submeter à morte. Por isso, entra na Cidade...

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Quarta-feira da Semana II do Tempo da Quaresma

Jeremias 18, 18-20 Os inimigos de Jeremias disseram entre si: «Vamos fazer uma conspiração contra Jeremias, pois não nos faltará a instrução de um sacerdote, nem o conselho de um sábio, nem o oráculo de um profeta. Vamos feri-lo com a difamação, sem fazermos caso do que ele disser». «Ajudai-me, Senhor, escutai a voz dos meus adversários. Porventura assim se paga o bem com o mal? Eles abrem uma cova para me tirar a vida. Lembrai-Vos que me apresentei diante de Vós, para Vos falar em seu favor, para deles afastar a vossa ira». Compreender a Palavra Jeremias, vê-se rodeado de inimigos que atentam contra a sua vida. Ele percebe as manobras dos seus adversários e sabe que está só no meio da conspiração. As armas são desproporcionais. Jeremias intercede pelos adversários diante do Senhor, mas estes não pretendem reconhecer o bem que lhes é feito, estão dispostos a acabar com o profeta e escolhem uma arma letal: a difamação. Na desproporcionalidade revela-se fragilidade do profeta. Jeremias sabe que não tem mais ninguém a quem recorrer senão ao Senhor. Na situação de Jeremias podemos contemplar Jesus na sua paixão. Meditar a Palavra Os filhos das trevas são mais espertos que os filhos da luz. Enquanto Jeremias intercede junto de Deus pelos seus adversários, estes maquinam a sua desgraça. A difamação é a arma escolhida. A difamação é uma arma...

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Quarta-feira da Semana II do Tempo da Quaresma

1ª Leitura: Jeremias 18, 18-20 Os inimigos de Jeremias disseram entre si: «Vamos fazer uma conspiração contra Jeremias, pois não nos faltará a instrução de um sacerdote, nem o conselho de um sábio, nem o oráculo de um profeta. Vamos feri-lo com a difamação, sem fazermos caso do que ele disser». «Ajudai-me, Senhor, escutai a voz dos meus adversários. Porventura assim se paga o bem com o mal? Eles abrem uma cova para me tirar a vida. Lembrai-Vos que me apresentei diante de Vós, para Vos falar em seu favor, para deles afastar a vossa ira». Compreender a Palavra Jeremias, vê-se rodeado de inimigos que atentam contra a sua vida. Ele percebe as manobras dos seus adversários e sabe que está só no meio da conspiração. As armas são desproporcionais. Jeremias intercede pelos adversários diante do Senhor, mas estes não pretendem reconhecer o bem que lhes é feito, estão dispostos a acabar com o profeta e escolhem uma arma letal: a difamação. Na desproporcionalidade revela-se fragilidade do profeta. Jeremias sabe que não tem mais ninguém a quem recorrer senão ao Senhor. Na situação de Jeremias podemos contemplar Jesus na sua paixão. Meditar a Palavra Os filhos das trevas são mais espertos que os filhos da luz. Enquanto Jeremias intercede junto de Deus pelos seus adversários, estes maquinam a sua desgraça. A difamação é a arma escolhida. A difamação é...

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Quarta-feira da Semana II da Quaresma

Jeremias 18, 18-20 Os inimigos de Jeremias disseram entre si: «Vamos fazer uma conspiração contra Jeremias, pois não nos faltará a instrução de um sacerdote, nem o conselho de um sábio, nem o oráculo de um profeta. Vamos feri-lo com a difamação, sem fazermos caso do que ele disser». «Ajudai-me, Senhor, escutai a voz dos meus adversários. Porventura assim se paga o bem com o mal? Eles abrem uma cova para me tirar a vida. Lembrai-Vos que me apresentei diante de Vós, para Vos falar em seu favor, para deles afastar a vossa ira». Compreender a Palavra Jeremias, vê-se rodeado de inimigos que atentam contra a sua vida. Ele percebe as manobras dos seus adversários e sabe que está só no meio da conspiração. As armas são desproporcionais. Jeremias intercede pelos adversários diante do Senhor, mas estes não pretendem reconhecer o bem que lhes é feito, estão dispostos a acabar com o profeta e escolhem uma arma letal: a difamação. Na desproporcionalidade revela-se fragilidade do profeta. Jeremias sabe que não tem mais ninguém a quem recorrer senão ao Senhor. Na situação de Jeremias podemos contemplar Jesus na sua paixão. Meditar a Palavra Os filhos das trevas são mais espertos que os filhos da luz. Enquanto Jeremias intercede junto de Deus pelos seus adversários, estes maquinam a sua desgraça. A difamação é a arma escolhida. A difamação é uma arma...

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Quarta-feira da Semana II do Tempo da Quaresma

Jeremias 18, 18-20 Os inimigos de Jeremias disseram entre si: «Vamos fazer uma conspiração contra Jeremias, pois não nos faltará a instrução de um sacerdote, nem o conselho de um sábio, nem o oráculo de um profeta. Vamos feri-lo com a difamação, sem fazermos caso do que ele disser». «Ajudai-me, Senhor, escutai a voz dos meus adversários. Porventura assim se paga o bem com o mal? Eles abrem uma cova para me tirar a vida. Lembrai-Vos que me apresentei diante de Vós, para Vos falar em seu favor, para deles afastar a vossa ira». Compreender a Palavra Jeremias, vê-se rodeado de inimigos que atentam contra a sua vida. Ele percebe as manobras dos seus adversários e sabe que está só no meio da conspiração. As armas são desproporcionais. Jeremias intercede pelos adversários diante do Senhor, mas estes não pretendem reconhecer o bem que lhes é feito, estão dispostos a acabar com o profeta e escolhem uma arma letal: a difamação. Na desproporcionalidade revela-se fragilidade do profeta. Jeremias sabe que não tem mais ninguém a quem recorrer senão ao Senhor. Na situação de Jeremias podemos contemplar Jesus na sua paixão. Meditar a Palavra Os filhos das trevas são mais espertos que os filhos da luz. Enquanto Jeremias intercede junto de Deus pelos seus adversários, estes maquinam a sua desgraça. A difamação é a arma escolhida. A difamação é uma arma...

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Sexta-feira da Semana III do Tempo Pascal

Actos dos Apóstolos 9, 1-20 Naqueles dias, Saulo, respirando ainda ameaças de morte contra os discípulos do Senhor, foi ter com o sumo sacerdote e pediu-lhe cartas para as sinagogas de Damasco, a fim de trazer algemados para Jerusalém quantos seguissem a nova religião, tanto homens como mulheres. Na viagem, quando estava já próximo de Damasco, viu-se de repente envolvido numa luz intensa vinda do Céu. Caiu por terra e ouviu uma voz que lhe dizia: «Saulo, Saulo, porque Me persegues?». Ele perguntou: «Quem és Tu, Senhor?». O Senhor respondeu: «Eu sou Jesus, a quem tu persegues. Mas levanta-te, entra na cidade e aí te dirão o que deves fazer». Os companheiros de viagem de Saulo tinham parado emudecidos; ouviam a voz, mas não viam ninguém. Saulo levantou-se do chão, mas, embora tivesse os olhos abertos, nada via. Levaram-no pela mão e introduziram-no em Damasco. Ficou três dias sem vista e sem comer nem beber. Vivia em Damasco um discípulo chamado Ananias e o Senhor chamou-o numa visão: «Ananias». Ele respondeu: «Eis-me aqui, Senhor». O Senhor continuou: «Levanta-te e vai à rua chamada Direita procurar, em casa de Judas, um homem de Tarso, chamado Saulo, que está a orar». – Entretanto, Saulo teve uma visão, em que um homem chamado Ananias entrava e impunha-lhe as mãos, para que recuperasse a vista. Ananias respondeu: «Senhor, tenho ouvido contar a muitas...

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Quinta-feira da Semana III do Tempo Pascal

Actos dos Apóstolos 8, 26-40 Naqueles dias, o Anjo do Senhor disse a Filipe: «Levanta-te e dirige-te para o sul, pelo caminho deserto que vai de Jerusalém para Gaza». Filipe partiu e dirigiu-se para lá. Quando ia a caminho, encontrou-se com um eunuco etíope, que era alto funcionário de Candace, rainha da Etiópia, e administrador geral do seu tesouro. Tinha ido a Jerusalém para adorar a Deus e regressava ao seu país, sentado no seu carro, a ler o livro do profeta Isaías. O Espírito de Deus disse a Filipe: «Aproxima-te e acompanha esse carro». Filipe aproximou-se do carro e, ouvindo o etíope a ler o profeta Isaías, perguntou-lhe: «Entendes, porventura, o que estás a ler?». Ele respondeu: «Como é que eu posso entender sem ninguém me explicar?» Convidou então Filipe a subir para o carro e a sentar-se junto dele. A passagem da Escritura que ele ia a ler era a seguinte: «Como cordeiro levado ao matadouro, como ovelha muda ante aqueles que a tosquiam, ele não abriu a boca. Foi humilhado e não se lhe fez justiça. Quem poderá falar da sua descendência? Porque a sua vida desapareceu da terra». O eunuco perguntou a Filipe: «Diz-me, por favor: de quem é que o profeta está a falar? De si próprio ou de outro?». Então Filipe tomou a palavra e, a partir daquela passagem da Escritura, anunciou-lhe Jesus....

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Quarta-feira da Semana IV do Tempo da Quaresma

Isaías 49, 8-15 Assim fala o Senhor: «No tempo da graça, Eu te ouvi; no dia da salvação, Eu te ajudei. Eu te formei e designei para renovar a aliança do povo, para restaurar a terra e reocupar as herdades devastadas; para dizer aos prisioneiros: ‘Saí para fora’ e àqueles que vivem nas trevas: ‘Vinde para a luz’. Hão-de alimentar-se em todos os caminhos e acharão pastagem em todas as encostas. Não sentirão fome nem sede, nem o sol ou o vento ardente cairão sobre eles, porque Aquele que tem compaixão deles os guiará e os conduzirá às nascentes da água. De todas as minhas montanhas farei caminhos e as minhas estradas serão niveladas. Ei-los que vêm de longe: uns do Norte e do Poente, outros da terra de Sinim. Rejubilai, ó céus; exulta, ó terra; montes, soltai gritos de alegria, porque o Senhor consola o seu povo e tem compaixão dos seus pobres. Sião dizia: ‘O Senhor abandonou-me, o Senhor esqueceu-Se de mim’. Pode a mulher esquecer-se da criança que amamenta e não ter carinho pelo fruto das suas entranhas? Mas ainda que ela o esquecesse, Eu nunca te esquecerei». Compreender a Palavra Isaías apresenta-nos um tempo de graça. Este tempo é tempo de Deus e tempo de salvação. Acontece quando Deus quer mas é resposta à súplica do homem “eu te ouvi… eu te ajudei”. No tempo...

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Terça-feira da Semana IV do Tempo da Quaresma

Ezequiel 47, 1-9.12 Naqueles dias, o Anjo reconduziu-me à entrada do templo. Debaixo do limiar da porta saía água, em direção ao Oriente, pois a fachada do templo estava voltada para o Oriente. As águas corriam da parte inferior, do lado direito do templo, ao sul do altar. O Anjo fez-me sair pela porta setentrional e contornar o templo por fora, até à porta exterior, que está voltada para o Oriente. As águas corriam do lado direito. Depois saiu na direção do Oriente com uma corda na mão; mediu mil côvados e mandou-me atravessar: a água chegava-me aos tornozelos. Mediu outros mil côvados e mandou-me atravessar: a água chegava-me aos joelhos. Mediu ainda mil côvados e mandou-me atravessar: a água chegava-me à cintura. Por fim, mediu mais mil côvados: era uma torrente que eu não podia atravessar. As águas tinham aumentado até se perder o pé, formando um rio impossível de transpor. Disse-me então o Anjo: «Viste, filho do homem?» E fez-me voltar para a margem da torrente. Quando cheguei, vi nas margens da torrente uma grande quantidade de árvores, de um e outro lado. O Anjo disse-me: «Esta água corre para a região oriental, desce até Arabá e entra no mar, para que as suas águas se tornem salubres. Em toda a parte aonde chegar esta torrente, todo o ser vivo que nela se move terá novo alento...

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Segunda-feira da Semana III do Tempo da Quaresma

2 Reis 5, 1-15ª Naqueles dias, Naamã, general dos exércitos do rei da Síria, era tido em grande consideração e estima pelo seu soberano, porque, por seu intermédio, o Senhor tinha dado a vitória à Síria. Mas este homem, valente guerreiro, estava leproso. Ora, numa incursão, os sírios tinham levado uma menina da terra de Israel, que ficou ao serviço da mulher de Naamã. Ela disse à sua senhora: «Se o meu senhor fosse ter com o profeta que vive na Samaria, ele decerto o livraria da lepra». Naamã foi contar ao soberano o que dissera a jovem da terra de Israel. O rei da Síria respondeu-lhe: «Vai, que eu escreverei uma carta ao rei de Israel». Naamã pôs-se a caminho, levando consigo dez talentos de prata, seis mil siclos de ouro e dez mudas de roupa; e entregou ao rei de Israel a carta, que dizia: «Logo que esta carta te chegar às mãos, ficarás a saber que te envio o meu servo Naamã, para que o livres da sua lepra». Depois de ter lido a carta, o rei de Israel rasgou as vestes, exclamando: «Serei eu um deus que possa dar a morte e a vida, para este me mandar dizer que livre um homem da sua lepra? Reparai e vede como ele procura um pretexto contra mim». Quando Eliseu, o homem de Deus, soube que o...

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