Sexta-feira da Semana XXVII do Tempo Comum

Joel 1, 13-15; 2, 1-2  Vesti-vos de luto e chorai, sacerdotes, entoai lamentações, ministros do altar. Vinde passar a noite com vestes de penitência, ministros do meu Deus. Porque no templo de Deus, desapareceram a oferenda e a libação. Proclamai um solene jejum, convocai uma assembleia. Reuni os anciãos e todos os habitantes do país no templo do Senhor, vosso Deus. E clamai ao Senhor: «Ah, que dia este!». Está próximo o dia do Senhor, que vai chegar como devastação que vem do Omnipotente. Tocai a trombeta em Sião, dai o alarme no meu santo monte. Estremeçam todos os habitantes do país, porque está a chegar o dia do Senhor. Sim, ele está próximo: será dia de trevas e de escuridão, dia de nuvens e de sombras. Como a luz da aurora, estende-se sobre os montes um povo numeroso e forte. Nunca houve povo nenhum como ele, nem depois dele haverá outro, até às mais longínquas gerações. Compreender a Palavra Joel, atento à vida das pessoas e às situações concretas de um povo que continua à espera da libertação total, lança o desafio do dia do Senhor. Depois do exílio de Babilónio sobrevém sobre Israel uma praga de gafanhotos que destrói as colheitas, mas também a alegria e a esperança do povo. O templo fica deserto, não há sacrifícios, pois até os sacerdotes ficaram desanimados. Joel mostra ao povo...

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