Mês: Outubro 2017

Terça-feira da Semana XXX do Tempo Comum

Romanos 8, 18-25 Irmãos: Eu penso que os sofrimentos do tempo presente não têm comparação com a glória que se há de manifestar em nós. Na verdade, as criaturas esperam ansiosamente a revelação dos filhos de Deus. Elas estão sujeitas à vã situação do mundo, não por sua vontade, mas por vontade d’Aquele que as submeteu, com a esperança de que as mesmas criaturas sejam também libertadas da corrupção que escraviza, para receberem a gloriosa liberdade dos filhos de Deus. Sabemos que toda a criatura geme ainda agora e sofre as dores da maternidade. E não só ela, mas também nós, que possuímos as primícias do Espírito, gememos interiormente, esperando a adoção filial e a libertação do nosso corpo. É em esperança que estamos salvos, pois ver o que se espera não é esperança: quem espera o que já vê? Mas esperar o que não vemos é esperá-lo com perseverança. Compreender a Palavra Filhos de Deus pelo batismo, graças à participação no mistério Pascal de Cristo e pela ação do Espírito Santo em nós, esperamos ansiosamente, diz Paulo, a definitiva e gloriosa libertação do nosso corpo. Trata-se de uma realizada concretizada em Cristo e prometida por ele para todos mas ainda não contemplada pelos nossos olhos, por isso é uma esperança, mas é já salvação para nós, porque é certeza. Desta promessa, desta esperança participa toda a criação, todas...

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Segunda-feira da Semana XXX do Tempo Comum

Romanos 8, 12-17 Irmãos: Já não somos devedores à carne para vivermos segundo a carne. Se viverdes segundo a carne, morrereis; mas se pelo Espírito fizerdes morrer as obras da carne, vivereis. Porque todos os que são conduzidos pelo Espírito de Deus são filhos de Deus. Vós não recebestes um espírito de escravidão para recair no temor, mas o Espírito de adopção filial, pelo qual exclamamos: «Abba, Pai». O próprio Espírito Santo dá testemunho, em união com o nosso espírito, de que somos filhos de Deus. Se somos filhos, também somos herdeiros, herdeiros de Deus e herdeiros com Cristo; Se sofrermos com Ele, também com Ele seremos glorificados. Compreender a Palavra A relação com Deus que experimentam os que foram batizados é uma relação em Cristo pelo Espírito Santo. Esta relação transforma totalmente a realidade existencial do homem porque realiza nele uma nova criação. Aquele que pertence à carne e vive segundo a carne passa a pertencer ao Espírito e a viver segundo o Espírito, embora permaneça na carne. A sua filiação já não é somente carnal, mas é uma filiação divina. São filhos de Deus. Esta é a condição dos homens livres diante de Deus e diante dos homens. O Espírito que receberam não é um espírito de temor ou de escravidão. Tornando-os filhos, liberta-os, a faz deles herdeiros em Cristo porque com ele sofreram e com ele...

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Sexta-feira da Semana XXIX do Tempo Comum

Romanos 7, 18-25a  Irmãos: Eu sei que em mim, isto é, na minha natureza, não habita o bem, pois querer o bem está ao meu alcance, mas realizá-lo não está. Na verdade, não faço o bem, que quero, mas pratico o mal, que não quero. Ora, se eu faço o que não quero, já não sou eu que o realizo, mas o pecado que habita em mim. Descubro pois em mim esta lei: ao querer fazer o bem, é o mal que está ao meu alcance. Sinto prazer na lei de Deus, segundo o homem interior. Mas vejo que há outra lei nos meus membros, que luta contra a lei da minha razão; ela torna-me escravo da lei do pecado, que está nos meus membros. Infeliz de mim! Quem me libertará deste corpo de morte? Deus, a quem dêmos graças, por Jesus Cristo, nosso Senhor. Compreender a Palavra Paulo explica-nos, a partir da sua própria experiência, a situação difícil em que nos encontramos face ao objetivo final que todos pretendemos alcançar que é a vida em plenitude. Parece estar ameaçado este projeto de salvação, porque, diz Paulo, em mim, “querer o bem está ao meu alcance, mas realizá-lo não está” e a salvação exige a vitória do bem sobre o mal, da vida sobre a morte, da graça sobre o pecado. Há uma lei em mim, na minha natureza,...

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Quinta-feira da Semana XXIX do Tempo Comum

Romanos 6, 19-23 Irmãos: Falo com linguagem humana, por causa da vossa fraqueza: Assim como entregastes os vossos membros como escravos ao serviço da impureza e da desordem, que conduz à revolta contra Deus, colocai agora os vossos membros ao serviço da justiça, que conduz à santidade. Na verdade, quando éreis escravos do pecado, éreis livres em relação à justiça. Mas que fruto colhestes então dessas obras de que atualmente vos envergonhais? De facto, o seu fim é a morte. Mas agora, libertos do pecado e tornados servos de Deus, produzis o fruto que conduz à santificação, cujo fim é a vida eterna. Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, em Jesus Cristo, nosso Senhor. Compreender a Palavra Pegando na vida real, bem conhecida pelos romanos, Paulo explica que a vida antes de conhecer Cristo foi, para eles, uma vida de escravidão. Escravos do pecado puseram os seus membros ao serviço da impureza, da desordem, contra Deus. Agora que fizeram a experiência do encontro com Cristo que, pela conversão, os libertou, “colocai, diz Paulo, os vossos membros ao serviço da justiça, que conduz à santidade”. Os frutos da escravidão envergonham quem conhece a Cristo, os frutos da liberdade oferecida por Cristo é a santificação que leva à vida eterna. Meditar a Palavra Nenhum de nós quer ser escravo....

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Quarta-feira da Semana XXIX do Tempo Comum

Romanos 6, 12-18 Irmãos: Não reine o pecado no vosso corpo mortal, obedecendo aos seus desejos. Não ofereçais os vossos membros como arma da injustiça ao serviço do pecado; mas oferecei-vos a Deus, como homens que revivem de entre os mortos, e oferecei os vossos membros como armas da justiça ao serviço de Deus. E o pecado não vos dominará, porque não estais sob o regime da Lei, mas sob o regime da graça. Como, então? Havemos de pecar, porque não estamos sob o regime da Lei, mas sob o regime da graça? De modo nenhum. Não sabeis que, se vos ofereceis como escravos a alguém, para lhe obedecerdes, vos tornais escravos daquele a quem obedeceis, quer seja do pecado, que leva à morte, quer da obediência, que vos leva à justiça? Mas dêmos graças a Deus, porque, se éreis escravos do pecado, agora vos submetestes de todo o coração à norma de doutrina que vos foi transmitida. E assim, libertos do pecado, vos tornastes servos da justiça. Compreender a Palavra Paulo fala àqueles que pelo batismo renasceram para uma vida nova em Cristo. Estes já não estão sob o domínio da lei mas sob o domínio da graça. Por não terem lei não significa que possam pecar, porque agora as suas vidas não são medidas pelo cumprimento ou incumprimento da lei, mas pela resposta dada a graça de...

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Terça-feira da Semana XXIX do Tempo Comum

Romanos 5, 12.15b.17-19.20b-21 Irmãos: tal como por um só homem entrou o pecado no mundo e, pelo pecado, a morte, assim a morte atingiu todos os homens, uma vez que todos pecaram. Se pela falta de um só todos morreram, com muito mais razão a graça de Deus, aquela graça oferecida por meio de um só homem, Jesus Cristo, foi a todos concedida em abundância. De facto, se pela falta de um só e por meio de um só reinou a morte, com muito mais razão, por meio de um só, Jesus Cristo, hão de reinar na vida aqueles que recebem em abundância a graça e o dom da justiça. Portanto, como pela falta de um só veio a condenação para todos os homens, assim também pela obra de justiça de um só veio para todos os homens a justificação que dá a vida. De facto, tal como pela desobediência de um só homem todos se tornaram pecadores, assim também pela obediência de um só todos se hão de tornar justos. Onde aumentou o pecado, superabundou a graça. E deste modo, tal como o pecado reinou pela morte, assim também a graça reina pela justiça até à vida eterna, por Jesus Cristo, Senhor nosso. Compreender a Palavra A abundância da graça sobre o pecado é um tema muito interessante em S. Paulo. Ele fez a experiência do amor e...

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Segunda-feira da Semana XXIX do Tempo Comum

Romanos 4, 20-25 Irmãos: Perante a promessa de Deus, Abraão não se deixou abalar pela desconfiança, antes se fortaleceu na fé, dando glória a Deus, plenamente convencido de que Deus era capaz de cumprir o que tinha prometido. Por este motivo é que isto «lhe foi atribuído como justiça». Não é só por causa dele que está escrito «Isto foi-lhe atribuído», mas também por causa de nós, que acreditamos n’Aquele que ressuscitou dos mortos, Jesus, Nosso Senhor, que foi entregue à morte por causa das nossas faltas e ressuscitou para nossa justificação. Compreender a Palavra A fé de Abraão fortaleceu-o na esperança inabalável de quem acredita que Deus tem poder para cumprir as suas promessas e as cumpre no seu devido tempo. Do mesmo modo que se atribui a Abrão esta fortaleza da fé também se atribui a cada um de nós, porque, também nós acreditamos que Jesus foi entregue à morte e ressuscitou para nossa justificação. O que Deus realizou em Abraão realiza-o em nós e a sua fé na promessa é a mesma fé que nós colocamos no cumprimento da palavra dita por Deus em Jesus. Meditar a Palavra A fé surge, segundo as palavras de Paulo, como uma adesão à palavra pronunciada por Deus em forma de promessa que ele vai cumprir em cada um, a seu tempo. A promessa não depende da fé e a...

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Sexta-feira da Semana XXVIII do Tempo Comum

Romanos  4, 1-8  Irmãos: Que diremos de Abraão, nosso antepassado segundo a carne? Se Abraão foi justificado pelas obras, tinha motivo para se gloriar. Mas ninguém se pode gloriar diante de Deus. De facto, que diz a Escritura? «Abraão acreditou em Deus e isto foi-lhe atribuído como justiça». Ora, a quem faz um trabalho o salário não é atribuído como favor, porque é uma obrigação. Pelo contrário, a quem não faz as obras, mas acredita em Deus, que justifica o ímpio, a sua fé é-lhe atribuída como justiça. Assim também David proclama feliz o homem a quem Deus atribui a justiça independentemente das obras: «Felizes aqueles a quem foram perdoadas as ofensas e absolvidos os pecados. Feliz o homem a quem o Senhor não atribui o pecado». Compreender a Palavra Paulo serve-se do exemplo de Abraão para nos dizer que a justificação do homem não acontece porque o homem realiza obras extraordinárias de conversão, de penitência, de cumprimento dos mandamentos, dos deveres religiosos e sociais, O cumprimento destas coisas é importante e necessário para a nossa vida, mas a justificação é totalmente generosa e gratuita e vem de Deus. A nós pertence-nos acreditar. Atribui-se-lhe a fé, mas não as obras. Como diz David, ao homem foram perdoadas as culpas e absolvidos os pecados, não lhe foi dada uma recompensa pela conversão realizada. Tudo é gratuito. Meditar a Palavra Com...

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Quinta-feira da Semana XXVIII do Tempo Comum

Romanos 3, 21-30ª Irmãos: Independentemente da Lei de Moisés, manifestou-se agora a justiça de Deus, de que dão testemunho a Lei e os Profetas; porque a justiça de Deus vem pela fé em Jesus Cristo, para todos e sobre todos os crentes. De facto não há distinção alguma, porque todos pecaram e estão privados da glória de Deus; e todos são justificados de maneira gratuita pela sua graça, em virtude da redenção realizada em Cristo Jesus, que Deus apresentou como vítima de propiciação, mediante a fé, pelo seu sangue. Assim Deus manifestava a sua justiça, tolerando as faltas outrora cometidas, no tempo da sua paciência. Ele quis manifestar a sua justiça no tempo presente, não só para ser justo, mas também para justificar aquele que vive da fé em Jesus. Onde está então o motivo para alguém se gloriar? Fica eliminado. Por que lei? Pela lei das obras? Não. Pela lei da fé. Na verdade, estamos convencidos de que o homem é justificado pela fé, sem as obras da Lei. Deus será somente Deus dos judeus? Não o será também dos gentios? Sim, Ele é também Deus dos gentios, porque há um só Deus. Compreender a Palavra No tempo da paciência Deus justificava o homem pelas obras realizadas de acordo com a lei. Estavam sob a lei aqueles que conheciam a lei, os outros eram gentios, estavam fora da...

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