Autor: admin

São Lourenço

2 Coríntios 9, 6-10 Irmãos: Lembrai-vos disto: Quem semeia pouco também colherá pouco e quem semeia abundantemente também colherá abundantemente. Dê cada um segundo o impulso do seu coração, sem tristeza nem constrangimento, porque Deus ama aquele que dá com alegria. E Deus é poderoso para vos cumular de todas as graças, de modo que, tendo sempre e em tudo o necessário, vos fique ainda muito para toda a espécie de boas obras, como está escrito: «Repartiu com largueza pelos pobres; a sua justiça permanece para sempre». Aquele que dá a semente ao semeador e o pão para alimento também vos dará a semente em abundância e multiplicará os frutos da vossa justiça. Compreender a Palavra Celebramos S. Lourenço, Diácono de Roma As palavras da carta aos coríntios são muito indicadas para falar da vida de S. Lourenço. Paulo fala de duas atitudes, a daquele que semeia em abundância e daquele que semeia pouco. Cada um colherá de acordo com o que semear. Semear significa dar. Não se deve dar o que não vem do coração, por isso Paulo fala do impulso do coração, ou seja, dar com gosto, com alegria, com generosidade. Porque Deus recompensa não o valor do que se dá materialmente mas o que brota do coração. E Deus não dá pouco, dá tudo, todas as graças e não deixa que falte nada àquele que sabe...

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Santa Teresa Benedita da Cruz

Oseias 2, 16b.17b.21-22 Eis o que diz o Senhor: «Hei-de conduzir Israel ao deserto e falar-lhe ao coração. Ali corresponderá como nos dias da sua juventude, quando saiu da terra do Egipto. Naquele dia, diz o Senhor, farei de ti minha esposa para sempre, desposar-te-ei segundo a justiça e o direito, com amor e misericórdia. Desposar-te-ei com fidelidade e tu conhecerás o Senhor». Compreender a Palavra Hoje celebramos a Festa de Santa Teresa Benedita da Cruz, Edith Stein, virgem e mártir, padroeira da Europa. As poucas linhas da profecia de Oseias mostram-nos um Deus com entranhas de misericórdia. Um Deus que não se cansa de procurar o seu povo, amado. Um Deus que não força, não oprime, mas sabe esperar o momento e o tempo certos para conduzir e falar ao coração e promover o seu povo amado a uma condição que ele não espera. Usando, como é frequente, o matrimónio como modelo da sua relação com povo, Deus mostra o seu interesse e cativa o coração do povo “desposar-te-ei com amor e misericórdia”. Meditar a Palavra Deus ensina-nos o caminho do amor misericordioso. Ele sabe o que é bom para o seu povo, sabe onde ele se pode realizar e quem pode cuidar dele com amor, mas não exige, não força, não impõe. Na liberdade espera o tempo favorável e o momento da sedução. Quando chegar o tempo...

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Terça-feira da Semana XVIII do Tempo Comum

Números 12, 1-13 Naqueles dias, Maria e Aarão censuraram Moisés, por causa da mulher etíope que ele tomara como esposa. Eles disseram-lhe: «Foi somente a Moisés que o Senhor falou? Não nos falou também a nós?». E o Senhor ouviu. Moisés era homem muito humilde, mais humilde que todos os homens sobre a face da terra. Subitamente, o Senhor disse a Moisés, a Aarão e a Maria: «Vinde, todos três, à Tenda da Reunião». E os três puseram-se a caminho. O Senhor desceu numa coluna de nuvem e ficou à entrada da Tenda. Chamou Aarão e Maria e eles aproximaram-se. Disse-lhes o Senhor: «Escutai bem as minhas palavras: Se há entre vós algum profeta, revelo-me a ele numa visão, ou falo com ele em sonhos. Mas não procedo assim com o meu servo Moisés: ele é o homem de confiança em toda a minha casa. Eu falo com ele face a face, em visão directa e não por enigmas; ele vê a imagem do Senhor. Porque ousastes censurar o meu servo Moisés?». A ira do Senhor inflamou-se contra eles e o Senhor retirou-Se, enquanto a nuvem se afastava da Tenda. Maria cobriu-se de lepra, branca como a neve. Aarão voltou-se para ela e viu que estava leprosa. Aarão disse a Moisés: «Por piedade, meu senhor! Não deixes cair sobre nós a culpa do pecado que tivemos a loucura de...

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Segunda-feira da Semana XVIII do Tempo Comum

Números 11, 4b-15  Naqueles dias, disseram os filhos de Israel: «Quem nos dará carne para comer? Temos saudades do peixe que no Egipto comíamos de graça e dos pepinos, melões, bolbos, cebolas e alhos. Agora temos a garganta seca; falta-nos tudo. Não vemos senão o maná». – O maná era como a semente do coentro e tinha o aspeto da goma-resina. O povo dispersava-se para o apanhar; depois passava-o pelo moinho ou pisava-o no almofariz; por fim cozia-o na panela e fazia bolos. Tinha o sabor dos bolos de azeite. Quando, à noite, o orvalho caía sobre o acampamento, caía também o maná. – Moisés ouviu chorar o povo, agrupado por famílias, cada qual à entrada da sua tenda. A ira do Senhor inflamou-se fortemente e Moisés sentiu um grande desgosto. Dirigiu-se então ao Senhor, dizendo: «Porque tratais mal o vosso servo e não encontrei graça a vossos olhos? Porque me destes o encargo de todo este povo? Porventura fui eu que concebi este povo? Fui eu que o dei à luz, para que me digais: ‘Toma este povo nos braços, como a ama leva a criança ao colo, e leva-o para a terra que Eu jurei dar a seus pais’? Onde poderei encontrar carne para dar a todo este povo, que vem chorar para junto de mim, dizendo: ‘Dá-nos carne para comer’? Não posso sozinho ter o encargo...

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Sexta-feira da Semana XVII do Tempo Comum

Levítico 23, 1.4-11.15-16.27.34b-37  O Senhor falou a Moisés, dizendo: «São estas as solenidades do Senhor, as assembleias sagradas, para as quais, no tempo devido, convocareis os filhos de Israel: No dia catorze do primeiro mês, ao entardecer, é a Páscoa do Senhor; e no dia quinze desse mês, é a Festa dos Pães Ázimos em honra do Senhor. Durante sete dias comereis pães ázimos. No primeiro dia reunireis uma assembleia sagrada: não fareis qualquer trabalho servil. Durante sete dias apresentareis ao Senhor oferendas passadas pelo fogo. No sétimo dia reunireis uma assembleia sagrada: Não fareis qualquer trabalho servil». O Senhor falou ainda a Moisés, dizendo: «Fala aos filhos de Israel e diz-lhes: ‘Quando tiverdes entrado na terra que vos darei e aí ceifardes as searas, levareis ao sacerdote um molho de espigas, como primícias da vossa colheita. O sacerdote oferecê-lo-á ao Senhor com o gesto da apresentação, para que Ele vos seja favorável. Esta apresentação será feita no dia a seguir ao sábado. A partir do dia a seguir ao sábado, em que tiverdes trazido o molho de espigas para a apresentação, contareis sete semanas completas. Até ao dia a seguir ao sétimo sábado, contareis cinquenta dias e apresentareis ao Senhor uma oferenda da nova colheita. No dia dez do sétimo mês, é o dia das Expiações. Reunireis uma assembleia sagrada: fareis penitência e apresentareis ao Senhor oferendas passadas...

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Quinta-feira da Semana XVII do Tempo Comum

Êxodo 40, 16-21.34-38 Naqueles dias, Moisés fez tudo como o Senhor lhe tinha ordenado. No primeiro dia do primeiro mês do ano segundo, foi erguido o Tabernáculo. Moisés construiu assim o Tabernáculo: assentou as bases, colocou as pranchas, aplicou as travessas e levantou as colunas. Depois estendeu a Tenda sobre o Tabernáculo e pôs sobre ele a cobertura da Tenda, conforme o Senhor lhe tinha ordenado. Colocou as tábuas da Lei dentro da Arca; pôs os varais na Arca e, sobre esta, o propiciatório. Levou a Arca para dentro do Tabernáculo e colocou o véu de proteção para encobrir a Arca da Lei, conforme o Senhor lhe tinha ordenado. Então a nuvem cobriu a Tenda da Reunião e a glória do Senhor encheu o Tabernáculo. Moisés não podia entrar na Tenda da Reunião, porque a nuvem estava poisada sobre ela e a glória do Senhor enchia o Tabernáculo. Sempre que a nuvem se elevava acima do Tabernáculo, os filhos de Israel levantavam o acampamento para nova jornada. Mas se a nuvem não se elevava, eles não se moviam enquanto ela não se elevasse de novo. De dia repousava a nuvem do Senhor sobre o Tabernáculo e de noite aparecia fogo sobre ele, à vista de toda a casa de Israel, em todas as suas jornadas. Compreender a Palavra Por ordem divina Moisés Construiu um tabernáculo e colocou nele a...

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Quarta-feira da Semana XVII do Tempo Comum

Evangelho: Mt 13, 44-46 Naquele tempo, disse Jesus à multidão: «O reino dos Céus é semelhante a um tesouro escondido num campo. O homem que o encontrou tornou a escondê-lo e ficou tão contente que foi vender tudo quanto possuía e comprou aquele campo. O reino dos Céus é semelhante a um negociante que procura pérolas preciosas. Ao encontrar uma de grande valor, foi vender tudo quanto possuía e comprou essa pérola». Compreender a Palavra Com estas duas parábolas, Jesus, pretende dizer à multidão que há “algo” de tal modo totalizante que vale mais do que tudo o que possuímos. Gastar a vida por coisas importantes mas não totalizantes e não procurar este bem maior, que está ao nosso alcance e pelo qual vale a pena deixar tudo, é sinal de insensatez. Aquele que encontra o tesouro, a pérola de grande valor, não hesita e vai vender tudo para adquirir o bem maior, que descobriu. Que bem maior é este? Meditar a Palavra Procuro incansavelmente o meu bem-estar, a satisfação das minhas necessidades imediatas e dos meus desejos mais exorbitantes. Sou capaz de tudo para alcançar estes bens a que habituei o meu coração. Sei que todas estas coisas são passageiras e que não poderei garantir a sua posse para sempre. Mesmo assim, não regateio esforços para os alcançar. Jesus ensina-me que há um bem maior, esse bem é...

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Terça-feira da Semana XVII do Tempo Comum

Êxodo 33, 7-11; 34, 5b-9.28 Naqueles dias, Moisés pegou na tenda e armou-a fora do acampamento, a certa distância. Chamava-lhe a ‘Tenda da Reunião’. Quem desejasse consultar o Senhor devia ir à Tenda da Reunião, que estava fora do acampamento. Sempre que Moisés se dirigia para a Tenda, todo o povo se levantava; cada um ficava à entrada da sua própria tenda e seguia Moisés com o olhar até ele entrar na Tenda da Reunião. Quando Moisés entrava na Tenda, a coluna de nuvem descia e ficava à entrada e o Senhor falava com Moisés. E quando o povo via a coluna de nuvem deter-se à entrada da Tenda, toda a gente se levantava e se prostrava à porta da sua tenda. O Senhor falava com Moisés face a face, como quem fala com um amigo. Por fim, Moisés regressava ao acampamento, mas o seu jovem ajudante, Josué, filho de Nun, não deixava o interior da Tenda. Moisés invocou o nome do Senhor. O Senhor passou diante dele e exclamou: «O Senhor, o Senhor é um Deus clemente e compassivo, lento para a ira e rico de misericórdia e fidelidade. Mantém a sua misericórdia até à milésima geração, perdoa a iniquidade, a transgressão e o pecado, mas não deixa nada impune e castiga a iniquidade dos pais nos filhos e nos netos, até à terceira e quarta geração». Moisés...

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Segunda-feira da Semana XVII do Tempo Comum

Êxodo 32, 15-24.30-34 Naqueles dias, Moisés desceu do monte, trazendo nas mãos as duas tábuas do testemunho, escritas nos dois lados, numa e noutra face. As tábuas eram obra de Deus e o que estava gravado nas tábuas fora escrito por Deus. Ao ouvir o barulho que o povo fazia, gritando, Josué disse a Moisés: «Há no acampamento alaridos de batalha.» Moisés respondeu: «Não são nem gritos de vitória, nem gritos de derrota. O que oiço são vozes de gente a cantar.» Ao chegar junto do acampamento, viu o bezerro e as danças. Acendeu-se a sua cólera, atirou com as tábuas e partiu-as ao pé do monte. Depois, agarrando no bezerro que tinham feito, queimou-o e reduziu-o a pó fino que espalhou na água. E deu-a a beber aos filhos de Israel. Moisés disse a Aarão: «Que te fez este povo para o deixares cometer um tão grande pecado?» Aarão respondeu: «Que o meu senhor não se irrite. Tu próprio sabes como este povo é inclinado para o mal. Disseram-me: ‘Faz-nos um deus que caminhe à nossa frente, pois a Moisés, esse homem que nos fez sair do Egipto, não sabemos o que lhe terá acontecido.’ Eu disse-lhes: ‘Quem tem ouro?’ Despojaram-se dele e entregaram-mo; lancei-o ao fogo e saiu este bezerro.» No dia seguinte, Moisés disse ao povo: «Cometestes um enorme pecado. No entanto, vou subir para junto...

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