O Espírito reúne em comunhão

Para quem conhece as coisas do amor, é óbvio que se depara com dois movimentos: um de calor e intimidade e outro de dom e abertura de coração. O Espírito Santo é ao mesmo tempo o fogo que abrasa e reúne e o vento de tempestade que impele para fora. Ele reúne a fim de projetar para os quatro cantos do mundo.

 

O ESPÍRITO REÚNE EM COMUNHÃO
Para quem conhece as coisas do amor, é óbvio que se depara com dois movimentos: um de calor e intimidade e outro de dom e abertura de coração. O Espírito Santo é ao mesmo tempo o fogo que abrasa e reúne e o vento de tempestade que impele para fora. Ele reúne a fim de projetar para os quatro cantos do mundo.
O Espírito veio à terra para reconstruir uma humanidade feita em pedaços (em Babel), uma humanidade formada de homens que não se compreendiam. No Pentecostes, o Espírito, reúne os homens numa única linguagem para que se entendem. Já não há fronteiras, povos, nações e línguas. Há um só povo que fala a mesma língua.
O Espírito é princípio de comunhão. Molda o corpo todo para que sirva a todos, para a sua edificação, para o bem comum. Esta unidade vem de dentro como força do Espírito que nos reúne a todos e faz com que cada um seja, a partir da sua diferença, um dinâmico construtor do corpo naquilo que lhe compete. Trata-se de cada um ocupar o seu lugar num corpo todo ele ativo e dinâmico, onde cada um entra com a sua parte. 
Neste corpo, reunido pelo Espírito, a que chamamos Igreja, o que conta é esta comunhão, unidade, no amor. As divergências, e as diversidades nada podem atentar contra esta unidade. Pelo contrário, animados pelo mesmo Espírito, todos assumem a mesma missão, a partir do que é próprio de cada um, colocando a diversidade ao serviço da unidade. Desta forma, todos participam, a seu modo, segundo o impulso do mesmo Espírito, na missão da Igreja.
Adaptado de: Rey-Mermet, A fé explicada aos jovens e adultos

O Espírito veio à terra para reconstruir uma humanidade feita em pedaços (em Babel), uma humanidade formada de homens que não se compreendiam. No Pentecostes, o Espírito, reúne os homens numa única linguagem para que se entendem. Já não há fronteiras, povos, nações e línguas. Há um só povo que fala a mesma língua.

 

 

O Espírito é princípio de comunhão. Molda o corpo todo para que sirva a todos, para a sua edificação, para o bem comum. Esta unidade vem de dentro como força do Espírito que nos reúne a todos e faz com que cada um seja, a partir da sua diferença, um dinâmico construtor do corpo naquilo que lhe compete. Trata-se de cada um ocupar o seu lugar num corpo todo ele ativo e dinâmico, onde cada um entra com a sua parte. 

 

 

Neste corpo, reunido pelo Espírito, a que chamamos Igreja, o que conta é esta comunhão, unidade, no amor. As divergências, e as diversidades nada podem atentar contra esta unidade. Pelo contrário, animados pelo mesmo Espírito, todos assumem a mesma missão, a partir do que é próprio de cada um, colocando a diversidade ao serviço da unidade. Desta forma, todos participam, a seu modo, segundo o impulso do mesmo Espírito, na missão da Igreja.

 

 

 

Adaptado de: Rey-Mermet, A fé explicada aos jovens e adultos